Fonte: .
Informamos que nos meses de fevereiro e março de 2010 serão realizados pelo Departamento de Administração de Materiais (DEAM), em conjunto com o Serviço Social Autônomo PARANACIDADE, vários procedimentos licitatórios, na modalidade Concorrência Pública, sob o regime de registro de preços para os seguintes serviços de engenharia:
Construção de Escolas Municipais
Construção de Centros de Saúde Básicos de Atendimento à Mulher e à Criança
Construção de Centros da Juventude
Construção de Centros de Referência de Assistência Social
Serviços de Recuperação Asfáltica
Encaminhamos em anexo as datas, horários e os locais onde serão realizados os referidos procedimentos licitatórios. Informamos que os editais se encontram para consulta nos sites http://www.comprasparana.pr.gov.br/licitações/licitações do poder executivo (Instituição:SEAP) e http://www.paranacidade.org.br/publicações, sendo que os respectivos avisos já foram publicados na imprensa.
Os interessados em participar deverão comprar o CDROM contendo os projetos, memoriais e demais elementos instrutores na sede do PARANACIDADE Curitiba.
DEAM/PARANACIDADE - CONCORRÊNCIAS AGENDADAS PARA OS PRÓXIMOS MESES DE FEVEREIRO E MARÇO 2010
LINK DO ARQUIVO EM PDF - http://www.aeam.com.br/repre.pdf
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Construção civil registra maior alta de empregos
Setor teve crescimento no número de contratações superior a 16% em Maringá e região metropolitana. Falta mão de obra na área, que gera boas oportunidades de carreira
A construção civil foi o setor da economia de Maringá que teve o maior crescimento no número de contratações em 2009. Dados do Ministério do Trabalho, por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), mostram que o emprego cresceu 16,73% entre janeiro e novembro do ano passado na cidade. Na região metropolitana, o aumento foi de 16,91%.
O emprego nas construções cresceu três vezes mais do que no setor de serviços e quatro vezes mais do que nos demais setores da indústria. Em 2010, a tendência deverá ser a mesma no ritmo de contratação.
De acordo com a Agência do Trabalhador de Maringá, existem atualmente 66 vagas abertas para pedreiro e servente, aguardando candidatos. Só no Novo Centro de Maringá, são 25 edifícios em construção, além de 16 que foram concluídos desde outubro – segundo a Secretaria de Controle Urbano e Obras Públicas (Seurb).
Com crescimento acima da média e o grande número de obras em andamento, o setor sofre de carência de trabalhadores. O grande canteiro de obras, composto pelos 41 arranha-céus do Novo Centro, é cenário de acontecimentos extraordinários no mercado de trabalho. Se por um lado nunca foi tão difícil conseguir efetivo para levantar tantos prédios ao mesmo tempo, também nunca houve tanta oportunidade para um profissional subir na hierarquia da construção civil rapidamente.
Hoje é possível alcançar, em apenas seis meses, o posto de mestre de obras – com piso salarial de R$ 1.444,20 por mês. O salto na hierarquia representa aumento de 88,39% no salário, partindo do piso inicial para servente de pedreiro, que em Maringá é de R$ 766,60 – de acordo com o Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil e do Mobiliário de Maringá (Sintracom).
A necessidade do setor faz com que os empregados mais dedicados consigam promoções em questão de meses. “Estou trabalhando nessa área há 30 e nunca houve um momento tão bom para se começar carreira como agora”, diz o mestre de obras Geraldo Capuchinho.
Capuchino comanda uma equipe de 28 trabalhadores, responsáveis pela construção de um dos maiores edifícios do Novo Centro – mais de 20 mil m2 de área construída, em 21 pavimentos. Ele conta que os empregadores, na necessidade de atrair empregados, estão dispostos a formar o trabalhador desde a estaca zero.
“A cada 30 dias, fazemos uma peneira, selecionando os melhores e dispensando os que não servem”, comenta. “Só esta semana, abrimos seis vagas”, acrescenta.
Um dos funcionários dessa obra, César Portela, 22 anos, começou a trabalhar como servente em outubro de 2009. Hoje, já atua como meio profissional e a partir de fevereiro será promovido a profissional, com acréscimo de 35% no salário.
“Vale a pena trabalhar na construção civil. Para mim, a carga de trabalho é tranquila e os benefícios extras fazem o serviço valer à pena”, comenta Portela, que pretende se aperfeiçoar no setor e chegar a mestre de obras.
O contra-mestre Jucelande Nascimento dos Santos, que trabalha há um ano no mesmo edifício, começou como carpinteiro e galgou posições graças à escassez de mão de obra no mercado. “Apesar de ser um serviço árduo, tem muita oportunidade de crescimento rápido”, analisa Santos.
“Mesmo sem estudo, mas com boa vontade e humildade, a pessoa cresce nessa profissão”, acrescenta o contra-mestre, que há 25 deixou o Pernambuco para buscar melhores oportunidades no Sul.
A construção civil foi o setor da economia de Maringá que teve o maior crescimento no número de contratações em 2009. Dados do Ministério do Trabalho, por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), mostram que o emprego cresceu 16,73% entre janeiro e novembro do ano passado na cidade. Na região metropolitana, o aumento foi de 16,91%.
O emprego nas construções cresceu três vezes mais do que no setor de serviços e quatro vezes mais do que nos demais setores da indústria. Em 2010, a tendência deverá ser a mesma no ritmo de contratação.
De acordo com a Agência do Trabalhador de Maringá, existem atualmente 66 vagas abertas para pedreiro e servente, aguardando candidatos. Só no Novo Centro de Maringá, são 25 edifícios em construção, além de 16 que foram concluídos desde outubro – segundo a Secretaria de Controle Urbano e Obras Públicas (Seurb).
Com crescimento acima da média e o grande número de obras em andamento, o setor sofre de carência de trabalhadores. O grande canteiro de obras, composto pelos 41 arranha-céus do Novo Centro, é cenário de acontecimentos extraordinários no mercado de trabalho. Se por um lado nunca foi tão difícil conseguir efetivo para levantar tantos prédios ao mesmo tempo, também nunca houve tanta oportunidade para um profissional subir na hierarquia da construção civil rapidamente.
Hoje é possível alcançar, em apenas seis meses, o posto de mestre de obras – com piso salarial de R$ 1.444,20 por mês. O salto na hierarquia representa aumento de 88,39% no salário, partindo do piso inicial para servente de pedreiro, que em Maringá é de R$ 766,60 – de acordo com o Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil e do Mobiliário de Maringá (Sintracom).
A necessidade do setor faz com que os empregados mais dedicados consigam promoções em questão de meses. “Estou trabalhando nessa área há 30 e nunca houve um momento tão bom para se começar carreira como agora”, diz o mestre de obras Geraldo Capuchinho.
Capuchino comanda uma equipe de 28 trabalhadores, responsáveis pela construção de um dos maiores edifícios do Novo Centro – mais de 20 mil m2 de área construída, em 21 pavimentos. Ele conta que os empregadores, na necessidade de atrair empregados, estão dispostos a formar o trabalhador desde a estaca zero.
“A cada 30 dias, fazemos uma peneira, selecionando os melhores e dispensando os que não servem”, comenta. “Só esta semana, abrimos seis vagas”, acrescenta.
Um dos funcionários dessa obra, César Portela, 22 anos, começou a trabalhar como servente em outubro de 2009. Hoje, já atua como meio profissional e a partir de fevereiro será promovido a profissional, com acréscimo de 35% no salário.
“Vale a pena trabalhar na construção civil. Para mim, a carga de trabalho é tranquila e os benefícios extras fazem o serviço valer à pena”, comenta Portela, que pretende se aperfeiçoar no setor e chegar a mestre de obras.
O contra-mestre Jucelande Nascimento dos Santos, que trabalha há um ano no mesmo edifício, começou como carpinteiro e galgou posições graças à escassez de mão de obra no mercado. “Apesar de ser um serviço árduo, tem muita oportunidade de crescimento rápido”, analisa Santos.
“Mesmo sem estudo, mas com boa vontade e humildade, a pessoa cresce nessa profissão”, acrescenta o contra-mestre, que há 25 deixou o Pernambuco para buscar melhores oportunidades no Sul.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Busca por engenharia cresce, mas falta vaga

Dados do MEC sobre curso de engenharia civil revelam descompasso num momento em que a construção civil vive "apagão" de mão de obra
Haverá falta de profissionais da área no país em 2010, diz estudo; faculdades privadas pediram ajuda ao governo para abrir mais vagas
FÁBIO TAKAHASHI - DA REPORTAGEM LOCAL
De um lado, falta de profissionais formados no mercado de trabalho. Do outro, candidatos interessados na formação, mas sem vagas suficientes. Assim está o panorama da engenharia civil no país. Dados do Ministério da Educação mostram que o número de alunos que prestaram vestibular para a área cresceu 86% em três anos (o número mais recente, divulgado mês passado, é de 2008). Já as vagas subiram em ritmo menor: 49,6%. Com o descompasso, a relação de candidatos por vaga chegou a 3,5 no sistema como um todo, mas subiu para 8,4 considerando só as universidades públicas, onde a diferença nos indicadores foi mais acentuada. Na Unicamp, por exemplo, 27,4 alunos disputam uma vaga. A incapacidade do ensino superior de absorver interessados na área ocorre num momento em a construção civil já vive um "apagão" de mão de obra. Estudo da FGV Projetos e da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção mostra que haverá falta de profissionais na área em 2010, por conta do reaquecimento da economia. Com isso, surge a necessidade de obras de infraestrutura, como ampliação de estradas. O país sediará ainda Copa do Mundo e Olimpíadas, o que exigirá mais obras. Também há procura de profissionais para explorar o pré-sal e para o mercado imobiliário. Ajuda A discussão no setor educacional é como aumentar as vagas. O setor privado, que oferece 70% dos postos na engenharia civil, pede ajuda ao governo. A alegação é que abrir vagas em engenharia civil sai caro. Segundo o Centro Universitário da FEI (ABC paulista), a construção de um laboratório custa R$ 2 milhões, ou quase 1.500 mensalidades, num curso com 900 estudantes ao ano. "Devido à queda na procura pelas vagas nas décadas passadas, quando o crescimento do país foi pequeno, muitas instituições têm receio de ampliar", diz Rodrigo Capelato, diretor do Semesp (sindicato das universidades privadas de SP). "É uma área prioritária; a ampliação deveria ser puxada pelo setor público." O MEC diz já estar em andamento um programa para expandir as vagas nas universidades federais, rede com a maior concorrência pelas vagas. Batizado de Reuni, o projeto prevê dobrar os postos nas instituições federais até 2018, considerando todos os cursos. A secretária de Ensino Superior do governo Lula, Maria Paula Dallari, diz haver prioridade para formar professores da educação básica e engenharias. Ainda não há balanço da expansão, iniciada em 2008. Além da necessidade de recursos, as faculdades veem outro problema para expandir. "O mercado está muito aquecido. Poucos preferem lecionar", afirma o reitor do Instituto Mauá de Tecnologia, Otávio de Mattos Silvares.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Imperdivel o evento com o arquiteto Roberto Luiz Gandolfi
A oportunidade de participar de um evento em Maringá com o arquiteto Roberto Luiz Gandolfi é rara.
Vamos particpar deste evento amanhã, dia 10, às 19 horas, no CREA-PR em Maringá.
A entrada é franca.
Vamos particpar deste evento amanhã, dia 10, às 19 horas, no CREA-PR em Maringá.
A entrada é franca.
V Encontro dos Profissionais de Engenharia e Arquitetura será amanhã, em Maringá
Será realizado nesta quinta-feira (10) o V Encontro dos Profissionais de Engenharia e Arquitetura, promovido pela Associação de Engenheiros e Arquitetos de Maringá (AEAM). O evento acontece na sede do CREA-PR, em Maringá, às 19 horas, e faz parte das comemorações dos 50 anos da AEAM.
Após a abertura, o engenheiro Abel Scripes fará palestra sobre o tema "Associativismo Competitivo e Desenvolvimento Sustentável".
A segunda palestra será realizada pelo arquiteto roberto Gandolfi. Ele vai falar sobre "Arquitetura Moderna".
Os palestrantes
O engenheiro civil Abel Scripes é formado pela UEM e desde o início da sua carreira dedicou-se ao setor de pré-moldados. Em 1991 foi fundador da Associação dos Fabricantes de Lajes Pré-moldadas. Em 1994 tornou-se membro da Associação de Engenheiros e Arquitetos de Cambé. Foi inspetor do CREA-PR, fez parte do Colégio de Inspetores e foi debatedor de Políticas Públicas do CREA-PR.
O arquiteto Roberto Luiz Gandolfi é professor dos cursos de "Arquitetura e Urbanismo" e "Tecnologia em Design de Interiores" da Universidade Tuiuti do Paraná.
Expôs na 7a Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo. Participou em Bologna, na Itália, da mostra "Arquitetos e Engenheiros emiliano-romagnolos no mundo". Entre as inúmeras obras de Gandolfi, destacam-se o prédio da Petrobrás, no Rio de Janeiro; do Tribunal de Contas do Estado do Paraná; as sedes do Citibank em Curitiba e Porto Alegre.
Gandolfi tem inúmeras premiações nacionais e internacionais de Arquitetura, como da Biblioteca Central de Salvador, Complexo Turístico Internacional Euro Kursaal, na Espanha, e da sede do Banco do Brasil, em Caxias do Sul.
Homenagem
A cada encontro dos profissionais de engenharia e arquitetura a AEAM tem feito uma homenagem a um profissional. Estão nesta lista nomes como o engenheiro Bruno Contarini, o arquiteto José Calos Bellucci e a arquiteta Maria Elisa Costa.
Neste V Encontro o homenageado será o arquiteto Luiz Gandolfi.
O encontro é um rara oportunidade para profissionais e estudandes de Maringá e região ouvirem um dos mais importantes mestre da aquitetura brasileira. A entrada é franca.
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
ENINC 2009 termina nesta sexta-feira, com painel, oficinas e showroom
A programação do Encontro Nacional para a Inovação na Construção Civil - ENINC 2009, uma realização do Sebrae/PR e do Sindicato da Indústria da Construção Civil da Região Noroeste do Paraná (Sinduscon-NOR/PR), continua nesta sexta-feira, dia 30, no Centro de Eventos Araucária, em Maringá, noroeste do Estado.
Acompanhe as notícias do ENINC 2009 no site www.aeam.com.br
Acompanhe as notícias do ENINC 2009 no site www.aeam.com.br
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
ENINC 09 - Inscrição Especial para associados

Prezados(as) Srs(as) Associados(as),
A AEAM através de uma negociação com as entidades que apóiam o ENINC/2009 – Encontro Nacional de Inovação para a Construção Civil conseguiu uma condição especial para a inscrição dos associados.
Desta forma, a inscrição agora será gratuita e poderá ser feita diretamente na secretaria da AEAM.
Para garantir o benefício é necessário que a inscrição seja feita o quanto antes, preenchendo a ficha de inscrição (anexo) e encaminhando para o e-mail aeam@aeam.eng.br.
Segue em anexo a programação que conta com importantes personalidades governamentais a nível federal, e importantes palestrantes empresariais de alto destaque a nível nacional.
Este evento conta com o apoio e esforço de várias entidades de Maringá e região como Sinduscon-Nor, Aeam, Crea, Senai, Sebrae, Uem, Cesumar, Prefeitura Municipal de Maringá, Senge, Secovi, entre outros.
Atenciosamente,
Coordenação do ENINC/2009
AEAM
Ficha de Incsrição Arquivo PDF: http://www.aeam.com.br/enic.pdf
Ficha de Incsrição Arquivo WORD: http://www.aeam.com.br/enic.doc
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